| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Thamnophilida |
| Família: | Thamnophilidae |
| Swainson, 1824 | |
| Subfamília: | Thamnophilinae |
| Swainson, 1824 | |
| Espécie: | F. erythronotos |
A espécie foi descrita em 1851 por Hartlaub corretamente como uma Formicívora (tipo existente em Hanburgo), procedente “do Brasil”; citado por Burmeister (1856) como ocorrendo perto de Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Sclater (1858) transferiu o pássaro para o gênero Myrmotherula.
Existem poucos exemplares em museus, todos coletados no século passado, não tendo sido mais encontrado desde então. Foi então uma grande surpresa quando o casal de observadores de aves, Fernando e Cacilda Carvalho, observaram a espécie em setembro de 1987 perto de Angra dos Reis, RJ, ao nível do mar, redescoberta divulgada po J. F. Pacheco (1988).
Tamanho populacional reduzido ou em declínio com probabilidade de extinção na natureza em pelo menos 50 por cento em 10 anos ou 3 gerações - Destruição do Hábitat;
Pela cauda comprida e a vocalização imediatamente reconhecível como uma Formicívora. Espécie vistosa pelas costas castanhas, cabeça e peito negros, na fêmea marrom-olivácea; flancos brancos. Voz: apelo forte “kiák, kiák; canto “tjük, tjük…”
Hábitos reprodutivos…
Habita a Mata Atlântica